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Tudo sobre pastas especiais do Windows

“Conheça todas as principais pastas “especiais” do Windows XP, Vista, 7 e 8”

Por Ladislau Freitas

Certamente, você já deve ter ouvido falar das chamadas “Pastas Especiais” do Windows. Não? Bem… Pastas especiais são aquelas que são reservadas dentro do sistema para promover uma melhor organização de arquivos. São especiais pastas como “Desktop”, que guarda o conteúdo da sua Área de Trabalho; “Documentos”, para onde são direcionados todos os arquivos feitos por via de editores de textos, planilhas etc.; a pasta “Imagens” armazena tudo o que é salvo pelos seus aplicativos gráficos. Além destas, existem muitas outras, como “Downloads”, “Contatos” e mais.

Algumas são facilmente acessíveis através do Explorer, outras, nem tanto.

Felizmente, existe uma maneira mais rápida de acessá-las do que ficar “caçando” por elas no Explorer. Para isso, basta usar o comando “shell”.

Por exemplo:

Quer acessar a pasta “Enviar Para” do menu de contexto do Explorer? Então, faça o seguinte:

01. Tecle [Windows]+R para abrir a caixa de diálogo “Executar”.

02. Dentro desta caixa, digite: shell:SendTo

shell folders executar

03. A execução do comando acima o levará à seguinte tela:
SendTo Folder

Um outro exemplo:

Quer criar um atalho que o leva diretamente à “Ferramenta de Pesquisa do Windows”? Então, faça o seguinte:

01. Clique em uma área vazia do Área de Trabalho e em “Atalho”

explorer

02. Entre com o seguinte comando na caixa de diálogo: explorer.exe shell:SearchHomeFolderexemplo2

03. Em seguida, basta dar um nome para o atalho. Você pode arrastá-lo e colocá-lo no “Menu Iniciar”, por exemplo. 

Os exemplos acima são apenas sugestões de uso para o que vem a seguir. No total, existem em torno de 40 pastas especiais no Windows XP, mais ou menos 80 no Windows Vista, 100 no Windows 7 e mais algumas no Windows 8.

Quer uma lista de todas elas? Confira, a seguir, as pastas especiais que são aplicáveis às versões do Windows XP, Vista, 7 e 8. E boa exploração.

Internet Explorer

01. shell:Cache
Abre a pasta de “Arquivos Tempários da Internet”
Aplica-se à: XP, Vista, 7, 8.

02. shell:Cookies
Abre a pasta “Cookies”.
Aplica-se à: XP, Vista, 7, 8.

03. shell:Favorites
Abre a pasta “Favoritos”.
Aplica-se à: XP, Vista, 7, 8.

04. shell:InternetFolder
Carrega o Internet Explorer.
Aplica-se à: XP, Vista, 7, 8.

Applets & Aplicações

05. shell:AddNewProgramsFolder
Abre o applet “Painel de Controle > Instalar um programa da rede”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

06. shell:Administrative Tools
Mostra atalhos para os applets do “Painel de Controle > Ferramentas Administrativas”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

07. shell:ChangeRemoveProgramsFolder
Abre o applet “Painel de Controle > Desinstalar ou alterar um programa”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

08. shell:Common Administrative Tools
Mostra atalhos para os applets públicos no “Painel de Controle >Ferramentas Administrativas”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

09. shell:ConnectionsFolder
Abre a lista de Conexões de Rede.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

10. shell:ControlPanelFolder
Mostra o “Painel de Controle”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

11. shell:Default Gadgets
Abre o diretório de gadgets da barra lateral.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

12. shell:Gadgets
Abre a pasta dos gadgets baixados para a barra lateral.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

13. shell:Immersive Application Shortcuts
Mostra atalhos para os aplicativos na interface “Metro”.
Aplica-se à 8.

14. shell:ProgramFiles
Abre a pasta “Arquivos de Programas”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

15. shell:ProgramFilesX86
Mostra a pasta “Arquivos de Programas” (versão 32-bits) em sistemas operacionais de 64-bits. Aplica-se à Vista, 7, 8.

16. shell:ProgramFilesCommon
Abre a pasta “Arquivos de Programas > Arquivos comuns”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

17. shell:ProgramFilesCommonX86
Abre a pasta “Arquivos Comuns” (versão 32-bits) em sistemas operacionais de 64-bits.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

18. shell:SearchHomeFolder
Abre a “Ferramenta de Pesquisa”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

Multimídia

19. shell:My Music
Abre a pasta “Músicas”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

20. shell:CommonMusic
Abre a pasta “Músicas Públicas”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

21. shell:SampleMusic
Abre a pasta “Amostras de Música”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

22. shell:My Pictures
Abre a pasta “Minhas Imagens”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

23. shell:CommonPictures
Abre a pasta “Imagens Públicas”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

24. shell:SamplePictures
Abre a pasta “Amostras de Imagens”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

25. shell:SamplePlaylists
Abre a pasta “Lista de Reprodução de Exemplo”.
Aplica-se à Vista.

26. shell:Original Images
Abre a pasta contendo as versões originais de imagens modificadas pelo “Windows Photo Gallery”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

27. shell:PhotoAlbums
Abre a pasta “Apresentações de Slides”
Aplica-se à Vista, 7, 8

28. shell:Podcasts
Abre a pasta “Podcasts” (se o Zune estiver instalado).
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

29. shell:My Video
Abre a pasta de “Vídeos” do usuário.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

30. shell:CommonVideo
Abre a pasta pública de vídeos.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

31. shell:SampleVideos
Abre a pasta de vídeos de exemplos.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

Central de Sincronização

32. shell:ConflictFolder
Mostra a pasta “Conflitos”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

33. shell:SyncCenterFolder
Mostra a “Central de Sincronização”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

34. shell:SyncResultsFolder
Mostra a pasta “Resultados”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

35. shell:SyncSetupFolder
Abre as “Opções de configuração”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

Pastas de sistema

36. shell:AppUpdatesFolder
Mostra os updates instalados.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

37. shell:Common AppData
Abre a pasta de dados de aplicativos.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

38. shell:Common Desktop
Abre a “Área de Trabalho Pública”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

39. shell:Common Documents
Abre a pasta de “Documentos Públicos”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

40. shell:CommonDownloads
Abre a pasta “Downloads Públicos”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

41. shell:Common Programs
Abre a pasta pública para os programas do Menu Iniciar.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

42. shell:CommonRingtones
Abre a pasta pública ringtones.
Aplica-se à 7, 8.

43. shell:Common Start Menu
Abre a pasta pública para o Menu Iniciar.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

44. shell:Common Startup
Abre a pasta pública “Inicializar”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

45. shell:Common Templates
Abre a pasta pública “Templates”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

46. shell:Fonts
Abre a pasta de fontes.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

47. shell:Games
Abre a pasta de jogos.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

48. shell:HomeGroupFolder
Abre a pasta “Grupo Doméstico”.
Aplica-se à 7, 8.

49. shell:HomeGroupCurrentUserFolder
Abre a pasta “Grupo Doméstico” para o usuário logado atualmente (ela desaparece imediatamente se você não possuir um Grupo Doméstico).
Aplica-se à 8.

50. shell:MyComputerFolder
Abre a pasta “Computador”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

51. shell:OEM Links
Abre os links disponibilizados pelo fabricante do PC (se houver).
Aplica-se à XP, Vista, 7.

52. shell:NetworkPlacesFolder
Abre a pasta “Locais de Rede”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

53. shell:PrintersFolder
Abre a pasta “Impressoras”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

54. shell:Public
Abre a pasta “Público” (que armazena informações disponíveis para todos numa rede).
Aplica-se à Vista, 7, 8.

55. shell:PublicGameTasks
Abre a pasta “Game Explorer”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

56. shell:ResourceDir
Abre a pasta do Windows “Recursos” (que armazena temas).
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

57. shell:RecycleBinFolder
Abre a “Lixeira” do sistema.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

58. shell:System
Abre a pasta de instalação do Windows.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

59. shell:Systemx86
Abre a pasta do Windows compatível com 32-bits (como \Windows\System32) em sistemas 64-bits.
Aplica-se à Vista, 8

60. shell:UserProfiles
Abre a pasta raiz que guarda todos os perfis de usuários.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

61. shell:Windows
Abre o diretório de instalação do Windows.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

Bibliotecas

62. shell:DocumentsLibrary
Abre a pasta “Bibliotecas > Documentos”
Aplica-se à 7, 8.

63. shell:Libraries
Abre a pasta “Bibliotecas”.
Aplica-se à 7, 8

64. shell:MusicLibrary
Exibe a biblioteca de músicas do computador.
Aplica-se à 7, 8.

65. shell:PicturesLibrary
Mostra a pasta “Imagens”, dentro de “Bibliotecas”.
Aplica-se à 7, 8.

66. shell:Podcast Library
Mostra a biblioteca de podcasts, se o Zune estiver instalado.
Aplica-se à 7, 8.

67. shell:PublicLibraries
Mostra a pasta pública de “Bibliotecas”.
Aplica-se à 7, 8.

68. shell:VideosLibrary
Mostra suas bibliotecas de vídeos.
Aplica-se à 7, 8.

Pastas dos usuários

69. shell:AppData
Abre a pasta “Dados do Usuário”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

70. shell:CD Burning
Abre a pasta em que os arquivos ficam temporariamente armazenados antes de gravar um disco de CD-R ou DVD-R.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

71. shell:Contacts
Abre a lista de contatos do usuário ativo.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

72. shell:CredentialManager
Abre dados do perfil do usuário ativo.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

73. shell:Cryptokeys
Abre o diretório de chaves de segurança e encriptação do usuário.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

74. shell:CSCFolder
Abre a pasta de cache do usuário (se suportado).
Aplica-se à XP, Vista, 7.

75. shell:Desktop
Abre a pasta de “Área de Trabalho” do usuário logado.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

76. shell:Downloads
Abre a pasta de “Downloads”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

77. shell:DpAPIKeys
Abre a pasta similar a “AppData\Roaming\Microsoft\Protect folder”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

78. shell:GameTasks
Abre a pasta de games do usuário.
Aplica-se à Vista, 7, 8

79. shell:History
Mostra o seu histórico enquanto usuário.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8

80. shell:ImplicitAppShortcuts
Mostra a pasta oculta de “Atalhos Ocultos”.
Aplica-se à 7, 8.

81. shell:Links
Abre a pasta de “Links”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

82. shell:Local AppData
Abre a pasta local de dados do usuário logado no momento.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

83. shell:NetHood
Abre os “Meus Lugares de Rede”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

84. shell:Personal
Abre a pasta de “Meus Documentos”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

85. shell:Playlists
Abre a subpasta de listas de reprodução de músicas e vídeos, dentro de “Música”.
Aplica-se à Vista, 7.

86. shell:PrintHood
Mostra os atalhos de impressão do usuário.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

87. shell:Profile
Abre a pasta contendo o perfil do usuário.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

88. shell:Programs
Abre a pasta “Menu Iniciar > Programas” do usuário.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

89. shell:Quick Launch
Abre a pasta de “Início Rápido”.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

90. shell:Recent
Abre a lista dos documentos mais recentes usados.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

91. shell:Ringtones
Abre a pasta de ringtones do usuário.
Aplica-se à 7, 8.

92. shell:SavedGames
Exibe informações de games salvos do usuário.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

93. shell:Searches
Mostra as buscas salvas realizadas pelo usuário.
Aplica-se à Vista, 7, 8.

94. shell:SendTo
Abre a pasta “Enviar Para” do usuário.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

95. shell:Start Menu
Abre o atual “menu Iniciar”.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

96. shell:Startup
Abre a pasta de “Autoinicialização”, ou início automático.
Aplica-se à XP, Vista, 7, 8.

97. shell:SystemCertificates
Mostra os certificados instalados pelo usuário.
Aplica-se à Vista, 7.

98. shell:Templates
Abre a pasta de “Exemplos” (Templates) do usuário.
Aplica-se à XP, Vista, 7.

99. shell:User Pinned
Acessa atalhos agregados à barra de tarefas ou ao menu Iniciar.
Aplica-se à 7.

100. shell:UserTiles
Mostra as imagens disponíveis para identificar a conta do usuário.
Aplica-se à 8.

101. shell:PublicUserTiles
Mostra as imagens públicas disponíveis para as contas de usuários.
Aplica-se à 8

Fonte: http://www.superdownloads.com.br/shell-folders/6555-tudo-sobre-pastas-especiais-do-windows.htm

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http://fabianoflorenitno.com/

Criando facilmente a sua nuvem pessoal

“Aqui você vai aprender como finalmente colocar sua nuvem pessoal para te servir, com dois excelentes softwares, ambos com muitos recursos, semelhante a serviços como Dropbox, Box ou Google Drive”

Por Ricardo

Todos nós gostamos das conveniências trazidas pela internet às nossas vidas. Informações mais rápidas e disponíveis em qualquer lugar. Arquivos pessoais não precisam ficar limitados ao seu computador de casa e todas as novas interações sociais podem ocorrer em tempo real, independente da distância.

A internet trouxe muita praticidade e alguns problemas pelo caminho. Modelos de negócios foram se formando e se firmando em torno da web, que passou de um local de livre acesso a informações a uma “vitrine” global onde as empresas expõem seus produtos e marcas, e detalhe: de acordo com seus dados de navegação.

E, se esses inúmeros serviços exigem que você troque sua privacidade por praticidade para ter apenas os anúncios relevantes, não iria demorar muito para que governos fizessem uma manobra semelhante. E eles fizeram e ainda fazem. E há bastante tempo.

O mais recente desses casos é a descoberta do PRISM, um programa do governo norte-americano que monitora a comunicação de internet de diversos países. Nem empresas escaparam dessa espionagem, como a Microsoft, que inclusive colaborou com o PRISM em alguns momentos fornecendo dados do Hotmail e Skype de seus usuários.

A NSA, Agência de Segurança Nacional dos EUA, conseguiu hackear servidores do Google e do Yahoo, obtendo informações sem que estas empresas soubessem o que estava acontecendo. Não só a privacidade do navegante de internet está em jogo como seus gostos, sites visitados etc., fornecendo informações para propagandas, mas também a sua vida é passível de espionagem.

Independente se essas grandes empresas citadas colaboraram ou não com o PRISM, você pode se proteger ou, ao menos, aumentar a dificuldade para “eles” saberem sobre sua vida. Se você usa serviços como o Dropbox, Box, Skydrive, GoogleDrive entre outros, não precisa deixar de usá-los.

Mas os seus dados mais sensíveis ou simplesmente os arquivos que você tem no PC podem ser acessados da sua própria nuvem, totalmente privada, sem ficar à mercê de escutas intergovernamentais. Aqui você vai aprender a criar a sua nuvem facilmente, acessível de qualquer lugar e gerenciada por você.

A melhor parte é que você não precisa de conhecimentos avançados em programação. Toda a infraestrutura já está pronta e é gratuita. Tudo o que você precisa é preparar o ambiente que será usado para hospedar essa nuvem na sua máquina. Seguindo esses tutoriais aqui você encontra informações de como fazê-lo.

Instalando e configurando a sua nuvem

Vamos apresentar aqui duas opções de softwares que permitem criar uma nuvem privada. A escolha de qualquer uma destas soluções é inteiramente pessoal e, inclusive, você poderá usar as duas simultaneamente se preferir. A escolha do sistema operacional também é ao gosto do cliente, visto que as plataformas exigem apenas um servidor web instalado e funcional.

No entanto, optar por um sistema Linux é mais cômodo por motivos de segurança e atualização. As distribuições Linux possuem gerenciadores de pacotes que mantêm o sistema e os programas atualizados, o que permite obter e instalar automaticamente versões com correções do servidor Apache (o recomendado neste tutorial).

O sistema operacional Linux também possui compatibilidade com diversos sistemas de arquivos diferentes, inclusive alguns específicos para usos com certos tipos de arquivos hospedados, oferecendo maior vantagem e segurança. O Windows só fornece suporte ao reconhecimento de apenas dois sistemas de arquivos, o FAT e o NTFS, e isso é um tanto limitante.

Se você costuma trabalhar com grandes volumes de dados, incluindo a exclusão e movimentação, pode encontrar um gargalo de performance ao longo do tempo devido à inevitável fragmentação de disco dos sistemas Windows. Já em plataforma Linux, você poderia optar por sistemas de arquivo do tipo XFS, ReiserFS e até o famosos Ext4 que o sistema operacional reconheceria sem problemas, de forma transparente e sem fragmentação evidente.

Mas se você não exige alta performance ou mesmo está mais habituado ao ambiente Windows, sua nuvem funcionará também. Atente para outros pontos. É interessante ressaltar que o importante aqui é saber um pouco sobre redes, servidor Apache ou ter perseverança em pesquisar alguma necessidade em fóruns, sites e blogs em caso de algum problema de compatibilidade com alguma atualização do Windows.

Opção 1: Owncloud

O Owncloud fornece uma estrutura pronta para uso de uma nuvem para ser usada por empresas ou usuários, interessados em ter total controle sobre seus dados e recursos dessa nuvem. Não são necessários muitos conhecimentos para gerenciá-la, possuindo uma interface web-based muito bem construída e fácil de usar.

Comece obtendo o Owncloud para Windows ou Linux. Para Windows, você deve extrair o arquivo compactado para um diretório da sua escolha. Já para Linux, você tem opção de pacotes para diversas distribuições diferentes, inclusive com repositórios para algumas delas. Isso mantém o Owncloud atualizável via Gerenciador de Pacotes da sua distro.

Instalação no Windows

Após descompactado o pacote, o resultado será uma pasta chamada Owncloud. Tudo o que você tem a fazer é mover essa pasta para dentro do diretório público do seu servidor web Apache. Esse diretório encontra-se no local de instalação do Apache, em “htdocs”. Apenas copie. Depois disso, basta reiniciar o servidor Apache pelo monitor, localizado ao lado do relógio do Windows.

Instalação no Linux

Baixe o pacote para a sua distribuição. A maioria das distribuições permitem instalação com um clique sobre o pacote. Caso haja link para repositório, você poderá inseri-lo e atualizar a lista de softwares. Depois, é só buscar “owncloud” na ferramenta de gerenciamento de pacotes.

Embora seja possível também a instalação manual através do arquivo compactado, devido às diferenças na forma como são direcionados os diretórios de instalação do Apache, MySQL e PHP nas distros, a distribuição de alguns arquivos de configuração deverá ser feita manualmente, bem como a definição de permissões. Na dúvida, consulte o manual do projeto aqui.

Acessando o Owncloud

Abra o navegador de internet, digite o endereço http://localhost/owncloud e aguarde o reconhecimento. Você verá uma tela com configuração inicial para definição de senha e usuário. Crie o primeiro usuário, que será o “administrador”, e uma senha forte (segura).

Pronto. Após o primeiro acesso, você já poderá desfrutar de todo o poder da nuvem. Comece movendo alguns arquivos para fazer um teste. Também é possível criar outros usuários para usarem a nuvem, cada qual sem interferir com o usuário e arquivos dos outros.

Os poderes de cada usuário simples são limitados, diferentemente do primeiro que foi criado e possui poderes administrativos. Esses poderes administrativos permitem a gerência de contas, ativação ou desativação de recursos por meio de plugins, entre outros.

Bônus: o Owncloud possui ainda clientes para rodar em máquinas ligadas a rede ou à internet, com um funcionamento similar ao programa e serviço Dropbox. Ou seja, ele mantém os arquivos sincronizados que estão disponíveis na sua nuvem e o acesso é imediato. Também possui um aplicativo para Android. Você pode obter o cliente para sua plataforma ou aplicativo para Androidaqui.

Opção 2: Ajaxplorer

Assim como o Owncloud, comece baixando o pacote para o seu sistema operacional aqui. Se estiver usando uma distribuição Linux Debian ou baseada, como o Ubuntu ou Linux Mint por exemplo, opte por adicionar o repositório e manter o software atualizado automaticamente pelo Gerenciador de Pacotes.

Na página, após clicar no nosso botão de download, você vai verificar outras formas de instalação para outras distribuições, bem como as instruções. Para usuários do Windows, a instalação deverá ser feita manualmente. Ao clicar no botão “Click Here” no site do projeto, em “Manual Installation”, um frame “pergunta” se você deseja assinar a lista de discussão. Basta recusar, como mostra a imagem abaixo.

Procure baixar o pacote “pydio-core-5.0.x.zip” (ZIP). Basta descompactar o pacote e movê-lo para o diretório público do Apache, o “htdocs”. O nome que será usado para acesso deverá ser o nome do diretório que conterá os arquivos do Ajaxplorer. Optamos por renomear o diretório para facilitar o acesso.

Abra o navegador de internet e digite no campo de endereço: http://localhost/ajaxplorer (substitua “ajaxplorer” por outro nome que você tenha dado, inserindo-o após o localhost/). É possível que, para o primeiro acesso, você se depare com um “erro” como na imagem abaixo.

No entanto, é bem simples de corrigir. Apenas clique em “index.php”. A seguinte tela irá se apresentar, tratando-se de um guia para correção desses erros.

Basta clicar em “click here to continue to Ajaxplorer” ou em “Run Wizard” (dependendo da versão). Você será levado para um pequeno guia de configuração, como na imagem abaixo.

Siga os passos de configuração criando uma senha para o primeiro usuário (Administrador), outros usuários que queira adicionar (é possível fazer isso depois em Configurações) e as outras opções de acordo com suas necessidades.

Pronto. Realizado isso, sua nuvem com Ajaxplorer já estará pronta para uso. O software possui uma área com plugins onde você pode definir vários parâmetros configuráveis de funcionamento da sua cloud. Após configurada, basta explorar todo o potencial da ferramenta. O Ajaxplorer também conta com um aplicativo para Android, que você pode conferir aqui.

Aumentando o limite de upload

Existe apenas uma limitação, que poderá ser facilmente corrigida. Existe um limite de uploud de arquivos para o servidor. Quem gerencia esse limite não é o Owncloud ou o Ajaxplorer, mas uma dependência dele: o PHP. Para aumentar o limite, você precisa abrir o arquivo “php.ini”.

Geralmente esse arquivo encontra-se no Windows onde você efetuou a instalação do servidor PHP. Em distribuições Linux, é comum encontrá-lo no diretório /etc, contudo, o diretório onde reside esse arquivo pode variar. É necessário fazer uma busca por “php.ini”.

Abra o arquivo de texto com um editor de textos simples, como o Bloco de Notas do Windows ou outro equivalente no Linux, como o Gedit ou KWrite. Procure pelas linhas:

post_max_size

upload_max_filesize

Você deverá colocar o valor máximo para os arquivos, limitando com isso o envio de material muito grande por outros usuários que poderiam consumir com o espaço em disco. Se isso (espaço em disco) não for um problema, você poderá colocar o valor zero (0), deixando sem qualquer limite de tamanho. Agora, aproveite a sua nuvem.

Acessando sua nuvem na rede ou internet

Para conseguir acessar a interface web da nuvem dentro de sua rede interna, ou seja, com máquinas conectadas ao seu roteador, em vez de http://localhost você deverá usar o endereço IP do servidor. Nesse caso, o mais indicado é inserir um IP fixo para o server Owncloud ou Ajaxplorer e deixá-la ligada o tempo todo, caso você precise fazer um acesso a qualquer hora do dia.

Por exemplo, se o IP da máquina servidora (aquela que instalou o Owncloud ou Ajaxplorer) for 192.168.0.10, basta que outras máquinas da rede usem o endereço http://192.168.0.10/owncloudou http://192.168.0.10/ajaxplorer para obter acesso. O mesmo deve ser definido nos clientes para desktop do Owncloud, apontando para o endereço IP do servidor.

Se você deseja acessar o servidor pela internet, deverá usar algum serviço do tipo DynDNS, que possui clientes para diversos sistemas operacionais. Muitos roteadores modernos possuem acesso ao No-IP ou DynDNS configurável via interface web para o roteador. Esses serviços permitem que você saiba o IP público de sua rede (ou da sua conexão de casa) para que possa acessar remotamente.

Geralmente as conexões para pessoas físicas possuem distribuição de IP dinâmico. Isso significa que, a cada vez que você desliga e liga o roteador ou modem, ele assume outro IP público. Então, você não tem referência para acesso remoto, pois o IP pode estar diferente. Nesse caso, você precisa conhecer o IP da sua rede de casa para realizar o acesso. O No-IP e o DynDNS informam o IP da sua conexão sempre que o IP mudar.

Para verificar se o seu roteador ou modem possui o recurso embutido, abra o navegador e acesse o endereço do seu aparelho. Para descobrir, basta acessar as configurações de rede do Windows e o endereço do roteador será o mesmo que aparece em “Gateway”. No Linux, tanto em “Informações de Conexão” do NM quanto pelo comando no terminal “route -n”, embaixo de “Roteador”, você obtém o IP do gateway.

Copie o endereço IP do gateway e jogue na barra de endereços do navegador web. O sistema pedirá um usuário e senha. Se você nunca configurou isso, o acesso é o padrão. Basta consultar o manual do seu roteador para saber qual é. Alguns logins comuns usados pelos fabricantes, na ordem usuário e senha, são:

admin – admin;

admin – (sem senha);

admin – root;

user – (sem senha);

(sem usuário) – admin;

Administrador – admin

Esses são os mais comuns dos roteadores vendidos no Brasil. Se não conseguir acesso, consulte o manual do fabricante. E, claro, mude a senha do roteador assim que possível. Após acessar seu roteador, você deverá procurar uma opção com o termo DDNS. Cada fabricante adota uma interface diferente assim como a localização desta opção. Seguem alguns exemplos abaixo para servir de referência.

Caso seu roteador não possua essa opção, a melhor forma é usar o cliente para a sua plataforma do No-IP ou DynDNS ou algum outro serviço semelhante. E para finalizar, você deverá buscar a opção “Redirecionamento de Porta” ou “Port Forwarding” no roteador ou modem, onde você deverá preencher a porta para o valor 80 e direcioná-la para o IP da máquina servidora. Nesse caso, ela deve estar configurada para manter um IP fixo.

Considerações finais

Ter a sua nuvem pessoal te possibilita maior controle sobre seus dados. Ambos aceitam recursos de criptografia SSL na conexão para evitar interceptação de acesso, que pode ser ativado nas configurações de cada serviço. Você também pode instalar essas duas soluções apresentadas e usá-las simultaneamente.

Ambas as soluções oferecem recursos interessantes, como consumo de mídia via stream (é possível ouvir seus arquivos de áudio), calendário, gerenciamento de contatos e compartilhamento de arquivos mesmo para quem está de fora da nuvem (que não possui um login) tal qual o Dropbox, que é referência nesse meio. É possível até realizar pequenas edições em documentos ou retoque em imagens.

Fonte: http://www.superdownloads.com.br/materias/7008-criando-facilmente-sua-nuvem-pessoal.htm

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http://fabianoflorentino.com/

Desvende 10 segredos pouco conhecidos do Windows 7

“Papéis de parede escondidos, calculadora científica, Projetor de tela, conheça esses e mais alguns truques escondidos no W7”

Por Magno Junior Silva Mesquita

Quando lançado em 2009, o Windows 7 surpreendeu pelo seu desempenho leve e interface limpa. O sucessor do, pouco sucedido, Windows Vista, provou sua superioridade desbancando em 2012 o Windows XP e alcançando quase a metades dos usuários mundiais.

Mesmo após 3 anos do seu lançamento e tendo que disputar lugar com o novíssimo Windows 8, o W7 esconde algumas funções muito úteis e pouco conhecidas do público em geral. Conheça a seguir algumas delas

1. Papel de Parede Secreto

Você não precisa salvar no Windows 7, ou comprar DLCs para ter um papel de parede secreto em sua área de trabalho.  De acordo com a linguagem que você seleciona na hora da instalação do sistema, o Windows inclui um tema diferente e papéis de paredes personalizados.

Para personalizar seu computador de acordo com a região do seu sistema, visite o endereço “C:\Windows\Globalization\MCT”. Na pasta “Theme” você encontra o tema personalizado – BR caso seu sistema seja brasileiro. Na pasta Brasil, você visualiza os papéis de paredes personalizados com lugares paradisíacos e belos.

2.  Instalar fontes

Antes do Windows 7, para instalar fontes você tinha que acessar a caixa diálogo “Adicionar Fontes”,  ou arrastar o arquivo para o local de fontes, perdendo um bom tempo. Entretanto, no Windows 7 a instalação de fontes foi simplificada. Com um botão “Instalar” no visualizador de fontes, você pode inclui novos modelos, com apenas um clique.

O Windows 7 reconhece automaticamente o formato de fontes. Logo, quando você baixar um arquivo que contenha uma fonte, extraia seu conteúdo e dê um duplo clique. Automaticamente o visualizador mostrará o modelo da fonte, um botão para “Imprimir” e outro para “Instalar”, basta clicar no último.

Além disso, também é possível ocultar fontes de acordo com as configurações regionais e adicionar 4 pesos para uma fonte (Regular, Italic, Bold Italic, Demibold etc). O motor de renderização de texto DirectWrite também foi aprimorado, eliminando as margens desfocadas em fontes, tornando-as mais finas e legíveis.

3. Gravar ISO

Com o sistema de gravação de ISO embutido no Windows 7, você elimina a necessidade de aplicativos terceiros. Para utilizá-lo basta clicar com o botão direito do mouse e escolher “Abrir com/ Gravador de Imagem do Disco do Windows”. Aponte a unidade de Gravação de Discos, insira o CD/DVD e clique em “Gravar”. Se quiser verificar o disco após a gravação, basta marcar a opção correspondente.

4. Calibrador de Cores

Está com problemas para visualizar os textos e imagens no Windows 7? Que tal ajustar as cores do sistema e deixá-la ao seu gosto? Com a ferramenta “Exibir Calibragem de Cores” você faz ajustes finos na imagem do monitor. Para acessá-la, digite no campo de pesquisa do Menu Iniciar “dccw” e pressione “Enter”, siga os passos e ajuste as configurações do monitor.

Ao final do processo, será mostrada a opção “Ativar ClearType” (também é possível acessá-la digitando na pesquisa “cttune” e pressionando “Enter”). Segundo informa a própria Microsoft, a tecnologia otimiza a qualidade do texto em monitores LCD e TVs, deixando-a tão nítida como se estivesse impressa em papel.

5. Executar programas como administrador

Alguns softwares requerem permissões de administrador. Se você possui essas permissões e quer executar o software rapidamente, basta segurar as teclas “Ctrl+Shift+Enter”. Automaticamente ele será acionado com permissões de administrador.

6. Gravador de Problemas

Os famosos erros do Windows não são novidade nem para sua própria desenvolvedora. Pensando nisso, ela incluiu dentro das opções de Envio de feedback, uma ferramenta para gravar as ações tomadas que geram um problema. Assim, caso o Windows trave, basta acionar a ferramenta, clicar em “Iniciar Gravação” e reproduzir os movimentos realizados antes do travamento.

Terminado a gravação, o software gera um arquivo em HTML com o passo a passo ilustrado, constando as ações executadas. Para acessar essa ferramenta, basta utilizar a busca do Menu Iniciar e digitar: “psr.exe”.

7. Projetor de tela

Utilizar os recursos de projeção de tela antes do Windows 7 dava bastante dor de cabeça. Você teria que procurar um aplicativo terceiro, e realizar toda a configuração da máquina para enviar a imagem do desktop/notebook para um projetor. Mas no Windows 7 a tarefa foi simplificada.

Pressione “Win+P” para ver as opções de projeção. É possível definir se deseja duplicar a imagem em mais de uma tela, estender a exibição, apresentar somente no computador ou no projetor. Simples e prático.

8. Exibindo prévias na barra de tarefas

As prévias na barra de tarefas no Windows 7 lhe ajudam saber qual o conteúdo do aplicativo/documento aberto, sem ter que abrir a tela inteira no Desktop. Uma maneira ágil e inteligente para economizar tempo e não ter que navegar entre dezenas de páginas abertas.

Se você acha que as prévias demoram muito para aparecer, há uma maneira para acelerar essa exibição, mas para isso você terá que mexer no registro do sistema. É recomendável fazer um backup antes de prosseguir e tomar bastante cuidado.

Digite no campo de pesquisar no Menu Iniciar “regedit” e pressione “Enter”.  No Editor de Registro navegue em “HKEY_CURRENT_USER / Control Panel / Mouse” e, à direita, dê um duplo clique em “MouseHoverTime”.

Na nova caixa de dialogo, o número 400 representa os milissegundos que antecedem o passar do mouse e a exibição das prévias. Diminua os milissegundos para ver as miniaturas rapidamente.

9. Calculadora especializada

A velha calculadora do Windows também foi bastante aprimorada no Windows 7. Agora, além das opções de cálculos básicos ou cientifico, ela também possibilita realizar conversões de ângulos, temperatura (Fahrenheit e Celsius), calcular datas, consumo de combustível, cálculos estatísticos, entre outras opções.

Para executar a calculadora, digite no campo de pesquisa do menu iniciar “Calc”, ou acione o aplicativo pelo caminho Menu Iniciar / Todos os Programas / Acessórios / Calculadora. Depois, é só escolher no menu exibir a calculadora que mais se adapte às suas necessidades.

10. Gerenciamento de janelas

Com certeza a grande novidade do Windows 7, antes é claro do W8, foi a interface. O sistema de janelas do W7 é muito mais simples e prático do que seus antecessores, por exemplo:

  • Arraste a janela e solte-a em um determinado canto da tela para fixá-la;
  • Clique com o botão esquerdo do mouse sobre a janela, segure e “sacuda” a janela para minimizar todas as outras telas abertas no Desktop;

Atalhos:
  • “Win + (Seta para esquerda) ou (Seta para direita)”: fixa a janela em um dos cantos da tela;
  • “Win + (Seta para cima) ou (Seta para baixo)”: maximiza e restaura/minimiza a janela;
  • “Win + Shift + (Seta para cima) ou (Seta para baixo)”: maximiza verticalmente

E você, conhece mais algum truque do Windows 7? Compartilhe com a gente :)

Fonte: http://www.superdownloads.com.br/materias/desvende-10-segredos-pouco-conhecidos-do-windows-7.html#ixzz2vJK8LEsX

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