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9 livros que todo profissional de TI precisa ler

 

Por Leonardo Pereira

 

Quem quer se dar bem na indústria de tecnologia não pode se conformar apenas com o que
aprende nos cursos especializados, também é necessário ter uma bagagem cultural que apoie tudo o que é visto em salas de aula e no mercado.

Uma boa forma de fazer isso é através da leitura, mas isso não significa que você tenha de
comprar apenas livros sobre tecnologia. Na visão de executivos e professores consultados
pelo Olhar Digital, o profissional pode ir atrás de conteúdo mais variado, mas que no fim
acaba ajudando na sua formação.

Confira algumas sugestões:

Sidney Sossai, executivo de Social Business da IBM Brasil

Quem disse que os elefantes não dançam?, de Louis V. Gerstner

“Em 1995 eu estava cursando faculdade de Tecnologia da Informação, e já tinha iniciando
minha carreira na área de tecnologia. Nessa época fui convidado a participar de um processo
de seleção na IBM – Windows, computação distribuída, Internet, mobilidade ainda eram
sonhos e futurologia. Deixei meu emprego de carteira assinada, e apostei no estágio da IBM
em um momento de muita transformação. Essa decisão praticamente transformou minha vida profissional, pois foi quando eu desenvolvi minha carreira, aprendi a lidar com a complexidade de uma grande empresa.

A mensagem que o livro me traz é que temos de estar sempre preparados para as
transformações, sejam elas profissionais ou pessoais. A única certeza que temos é que elas
irão acontecer, o desafio é estar preparados para quando elas virão.”

Ernesto Haberkorn, sócio-fundador da TOTVs, diretor da TI Educacional e criador do Circuito NETAS

Contabilidade Tributária, de Gustavo Oliveira

“O melhor livro que já li é Contabilidade Tributária, do professor Gustavo Oliveira. Como trabalho com programação de sistemas ERP, sempre tive muita dificuldade em entender nossa complexa legislação tributária. E este livro apresenta, de forma clara e objetiva, os principais tributos a serem pagos por uma empresa. Desde o Imposto de Renda até o ICMS, passando pelo PIS, COFINS, ISS, IPI, CSLL, INSS e ISS. Tenho indicado esse livro aos meus colaboradores, justamente porque quase todos os livros que tratam desta matéria não são muito esclarecedores. Este explica os porquês de cada lei de forma clara e objetiva. É uma obra que contribui muito com os profissionais.” 

Silvio Celestino, especialista em carreira e sócio-fundador da Alliance Coaching

O poder dos quietos, de Susan Cain

“O mundo é formado tanto por pessoas introvertidas quanto extrovertidas e ambos possuem dificuldades inerentes à sua natureza no mercado de trabalho. Conhecer essas características e como utilizá-las de forma a diminuir seus gaps e potencializar suas qualidades é um fator de sucesso. O livro fala sobre essas características e como cada tipo pode aprimorar-se, estabelecer relacionamentos apropriados e, acima de tudo, agir para realizar a vida que deseja e atingir os resultados desejados.”
Mulheres que correm com os lobos, de Clarissa Pinkola Estés

“Durante a carreira no mundo empresarial, a pessoa pode ter de enfrentar situações que se parecem com a sobrevivência em uma selva: defender-se de predadores, abandonar ideias passadas e amadurecer. Esse percurso deve ser feito com cuidados que são essenciais a todos, mas, especialmente, à mulher, que sofre mais barreiras e dificuldades para se impor na profissão. O livro é um excelente alerta e chamado à realidade e mostra como o amadurecimento é um caminho a ser trilhado de maneira cuidadosa, mas firme, para a vida.”

Agesandro Scarpioni, coordenador do curso de Sistemas de Informação da FIAP

Engenharia de Software – Uma Abordagem Profissional, de Roger S. Pressman

“Eu tenho como sugestão e até como um livro de cabeceira para quem é da área de TI. É o livro do Roger Pressman, que já está na 7º Edição, eu uso desde a minha época da especialização em engenharia de software no ano de 2000, é atualizado com frequência e serve tanto para alunos de graduação quanto para profissionais de TI.
Seu nome é Engenharia de Software – Uma Abordagem Profissional, é um livro em que diversos assuntos relacionados a TI são abordados de forma simples, possibilitando ao leitor conhecer as várias etapas do processo de engenharia de software, passando por modelagem e arquitetura, gestão de projetos e gestão da qualidade, incluindo os conceitos iniciais de UML e orientação a objetos.”

Almir Meira Alves, coordenador dos cursos de Engenharia da Computação e Engenharia de Produção 2.0. da FIAP
A Startup Enxuta – Como Os Empreendedores Atuais Utilizam a Inovação, de Eric Ries; Novos Negócios Inovadores de Crescimento Empreendedor No Brasil, de Silvio Meira; Project Management Body of Knowledge, do Instituto PMI; Gerenciamento Ágil de Projetos – Aplicação em Produtos Inovadores, de Daniel Capaldo Amaral
“Os dois primeiros livros são indicados para os profissionais com perfil empreendedor, que desejam empreender como empresários ou como empreendedores internos em empresas de tecnologia. Os dois livros ensinam como empreender com rapidez, planejamento e baixo investimento inicial.
Os dois últimos livros falam sobre a arte do gerenciamento de projetos. Todo profissional de TI deve entender seu trabalho como uma sucessão de projetos, em que ele deve conhecer, além da parte técnica, das áreas mais gerais do conhecimento em projetos, como RISCOS, CUSTOS, TEMPO, RH E COMUNICAÇÕES, entre outras áreas.
Eu diria que estes 4 livros podem ajudar o profissional de TI a ter uma visão estratégica do negócio e entender como a TI pode atender os objetivos principais do negócio, aproximando-se das áreas chaves de tomada de decisão.”

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/43804/43804

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Claro, Oi, Tim, Vivo: entenda quem quer comprar quem

 

Por Redação Olhar Digital

 

O setor de telefonia brasileiro está prestes a passar por grandes mudanças, sendo que algumas nem devem ser sentidas pelos usuários enquanto outras transformariam radicalmente o mercado.

Resumindo: a dona da Vivo deve se tornar dona da GVT. Mas a dona da Vivo já controla parte da Tim, que pode ser fatiada para se tornar parte da própria Vivo, da Oi e da Claro. Uma bagunça difícil de entender, então vamos por partes:

A empresa espanhola Telefónica controla a Telefônica Brasil, que é dona da Vivo. A GVT pertence a um grupo francês chamado Vivendi. Ontem, a Vivendi informou que analisará uma proposta feita pela Telefónica pela compra da GVT. Assim, a empresa que controla a Vivo passaraia a controlar também a GVT, mas tem mais.

A mesma Telefónica também possui uma fatia da empresa que controla a Tim, a Telecom Italia. A Telecom Italia, aliás, estava no páreo para comprar a GVT, tendo oferecido dinheiro e fatias da empresa para a Vivendi. Ao recusar a oferta, os franceses lembraram que, fechando negócio com a Telefónica, eles também têm como ficar com parte da Telecom Italia.

Para entender: a Telefónica propôs um total de € 7,45 bilhões pela GVT; € 4,66 bilhões em dinheiro e uma parte em em ações da Telefônica Brasil (12%). Um terço dessas ações poderá ser trocado por 5,7% do capital e 8,3% do controle da Telecom Italia. Assim, a dona da Vivo fica sendo dona da GVT, enquanto a ex-dona da GVT recebe uma parte da Vivo e da Tim.

Mas aí há a questão Tim. Nesta semana, a Oi informou que contratou o banco BTG Pontual para tentar comprar a Tim da Telecom Italia. A Telefónica (da Vivo) e a América Móvil, que controla a Claro, também entrariam no bolo. Com isso, a Tim pode desaparecer.

A conclusão final é a de que, se aceitar a proposta da Telefónica, a Vivendi pode se tornar sócia da Vivo e da Tim, o que já ocorre com a própria Telefónica e incomoda os órgãos regulatórios brasileiros. Só que a Tim corre o risco de desaparecer, tornando-se parte da Vivo, da Claro e da Oi. Que confusão.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/43817/43817

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5 smartphones de até R$ 650 para quem tem o orçamento apertado

 

Por Renato Santino

(Foto: reprodução)

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O brasileiro, em média, está bem longe de ter o poder aquisitivo do americano, por exemplo. Por isso, as empresas têm de se virar para se adequar ao mercado nacional, gerando uma tendência interessante e muito clara no mercado de smartphones: a briga pelo oferecimento do smartphone mais barato e com um desempenho que seja aceitável pelo valor pago.

Por anos a Samsung reinou neste ramo, seguida de perto pela LG. Não havia muito limite de preço; os aparelhos eram ridiculamente baratos. Galaxy Ace, Galaxy Y e outros modelos parecidos inundaram o mercado brasileiro em pouco tempo. No entanto, também não havia tanta preocupação em oferecer uma experiência aceitável de uso, nem preocupação com atualização de software. Há aparelhos em uso até hoje que estão presos no Android 2.3 (Gingerbread).

No entanto, o mercado mudou nos últimos tempos, sentindo a pressão também do Windows Phone neste mercado, mas seguindo dominante com o Android, embora com outros protagonistas.

A Nokia fez um trabalho muito bom com o Lumia 520, escondendo as limitações de hardware que determinavam a faixa de preço dos R$ 500 (na época do lançamento). Não à toa, recentemente o Windows Phone, longe de ser o sistema mais popular do mundo, chegou a superar a venda de iPhones, que, no mercado global, dominam com folga a segunda posição como sistema operacional mais popular no mundo.

Agora sob o nome da Microsoft, a empresa lança o Lumia 530 que já chega ao mercado custando menos que seu antecessor no lançamento: R$ 400, sem contar possíveis promoções de varejistas que devem levar esse preço ainda mais para baixo. Se a tendência se repetir, é muito provável que o Windows Phone veja outro salto no mercado. O Lumia 630, pelo valor de R$ 600, também deve ter bons resultados entre aqueles que procuram um pouco mais de qualidade.

Mas como dito, o Android sempre foi rei na área de aparelhos baratos, e deve continuar sendo por um bom tempo, por mais que a Microsoft tente “partir para cima”. Isso porque não é só a Nokia que está investindo de forma inteligente no mercado de baixo custo. A Motorola se tornou referência nesta área com a linha Moto, principalmente com o Moto G.

A empresa americana, cujo grande estouro no mercado nacional realmente havia sido o clássico V3, ainda na era dos celulares comuns, entrou chutando a porta ao revelar o Moto G, sucesso instantâneo. Logo o smartphone se tornou o mais vendido da história da empresa e hoje você não pode mais sair na rua sem ver alguém empunhando um celular do tipo. Antes disso, a empresa até tinha aparelhos como o Razr D1 e o Razr D3 que tentavam atender a esta demanda mas nem de longe tinham a mesma qualidade e o sucesso comercial.

Vendo o sucesso, a empresa decidiu radicalizar ainda mais lançando o Moto E, ainda mais barato. O aparelho, no entanto, não parece ter tido tanto sucesso quanto o G, até pelo fato de que a diferença de preço é pequena demais; acaba valendo mais apenas comprar o Moto G.

Mesmo assim, estes parecem ser os grandes competidores nesta área. Já Samsung e LG, que já foram referências de aparelhos baratos, continuam lançando aparelhos para todos os gostos (todos mesmo), mas sem o mesmo destaque e nem de longe o mesmo impacto que um Moto G.

Recentemente, a Samsung lançou o S5 mini que possui, de fato, alguns recursos a mais, mas está longe de ser um intermediário de peso com o preço sugerido de R$ 1,5 mil, um absurdo quando considerado o que outras empresas têm feito no mercado. Já a LG recentemente atualizou a sua linha de aparelhos de baixo custo com algumas opções interessantes, que podem ter algum impacto no mercado. A empresa até tem um celular de R$ 400 no mercado, mas com uma telinha de 3,2 polegadas, que gera uma experiência bastante ruim, embora ele já saia de fábrica com o Android 4.4 (KitKat), um ponto positivo.

Abaixo estão os principais celulares de até R$ 650. Não se deixe enganar, no entanto: por mais que alguns processadores tenham quatro núcleos, eles tem desempenho entre baixo e médio. Veja:

Lumia 530 (R$ 400)Reprodução
Windows Phone 8.1, processador Snapdragon 200 quad-core de 1,2 GHz, 512 MB de RAM, tela LCD de 4 polegadas com resolução 854 x 480 e câmera de 5 megapixels. O espaço de armazenamento de 4GB chega a 128GB com microSD.

Moto E (R$ 530)Reprodução
Android 4.4 (KitKat), chip Snapdragon 200 de dois núcleos com clock de 1,2 GHz, 1 GB de RAM, tela de 4,3 polegadas com resolução 960×540, e 4 GB de armazenamento interno, com slot para cartão microSD de até 32 GB. Câmera de 5 megapixels.

Lumia 630 (R$ (600)

Reprodução
Windows Phone 8.1, processador quad-core Snapdragon 400 de 1,2 GHz, 512 MB de memória RAM, tela de 4,5 polegadas com resolução 854 x 480, 8 GB de armazenamento interno e slot para cartão MicroSD de até 128 GB. A câmera traseira tem 5 megapixels. Possui conectividade 4G.

LG L65 (R$ 600)

Reprodução
Android 4.4 (KitKat), processador Snapdragon 200 dual-core de 1,2 GHz, 1 GB de RAM, tela de 4,3 polegadas e câmera de 5 megapixels. São 4 GB de armazenamento interno com slot para cartão microSD.

Moto G (R$ 650)

Reprodução
Android 4.4 (KitKat), processador Snapdragon 400 quad-core de 1,2 GHz, 1 GB de RAM, tela de 4,5 polegadas com resolução HD, e câmera de 5 megapixels. A partir de 8 GB de armazenamento sem slot para cartão microSD. Há um modelo com espaço para cartão de memória que também tem conectividade 4G, mas ele sai por R$ 800.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/43786/43786

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